28 de jan de 2010

Atenção, Professores ! Última chamada !

Observe se você tem algum aluno que apresenta alguns destes comportamentos:

- Cai com freqüência da cadeira.
- Não consegue permanecer sentado.
- Quando sentado, movimenta-se o tempo todo.
- É desorganizado, desajeitado e distraído.
- Possui atenção de curta duração.
- Frustra-se facilmente, não tolera desafios.
- É irritável e impulsivo.
- É agressivo com os colegas de classe.
- Bate ou empurra os colegas quando se aproximam.
- Não suporta ser tocado, não gosta de ficar próximo aos outros.
- Move-se muito lentamente ou sempre muito rápido.
- Permanece sempre em movimento, tamborila os dedos sobre a mesa, balança as pernas.
- Não suporta as aulas de educação física.
- Tem dificuldades para determinar a preferência (ou dominância) lateral.
- Tem dificuldade com o traçado na escrita.
- Tem dificuldades em manter a letra cursiva na linha.
- Tem dificuldades com atividades de pintura, colagem e argila.
- Apresenta traçado fraco, irregular e desalinhado.
- Tem dificuldade para a leitura.
- Permanece com a escrita espelhada ou troca números e letras.
- Apresenta linguagem imatura para a idade ou dificuldade na fala.
- É inseguro, retraído, isolado ou excessivamente tímido.

Bem ! Quando associados, esses comportamentos são indicadores de uma Disfunção de Integração Sensorial (DIS), muito comum em alunos com distúrbios ou dificuldades de aprendizagem. A avaliação de um Terapeuta Ocupacional (com especialização em integração sensorial) é recomendada.



Fonte: O processamento sensorial como ferramenta para educadores: facilitando o processo de aprendizagem (Momo, Silvestre, Graciani)

12 de jan de 2010

Preocupações Mais Comuns




Percebi que minha filha sempre vira as pernas de um jeito estranho quando sentada, formando um W. Parece que deve realmente doer os joelhos ! Por que ela faz isso ?

Alguns crianças costumam ficar sentados em W, com as pernas viradas para trás. Crianças que geralmente não têm muita estabilidade no tronco usam essa posição. Ao ficarem com as pernas para trás, elas aumentam sua base de apoio. Consequentemente, não precisam se preocupar com o equilíbrio. Entretanto, a pélvis fica bloqueada em uma posição, tornando difícil a rotação para entrar e sair da posição em W e para brincar. As crianças que sentam constantemente nesta posição podem ter hipotonia muscular e, assim, atrasar-se para engatinhar ou andar. Sentar-se nesta posição também pode afetar os ligamentos e a estrutura óssea do quadril e dos joelhos. Se seu filho está sempre sentado nesta posição, coloque as pernas dele para frente e diga “Pernas para frente”. Você também pode tentar mover os quadris dele para um dos lados (com as pernas juntas e dobradas) e observar se ele traz as pernas para frente a partir dessa posição. Dessa forma, ele também vai sentir como é transferir o próprio peso. Depois de um tempo, você só terá de dizer “Pernas para frente” e seu filho vai mudá-las sozinho.

Minha filha de quatro anos não é ativa quanto os amiguinhos dela, mas isso eu entendo. O que não consigo entender é por que para ela é difícil brincar de um jogo simples como pegar uma bola ?

Lembre-se, não existe nada “simples” em brincar de pegar uma bola. Se sua filha apresentar hipotonia muscular, ela poderá ter uma fraqueza proximal (no tronco) e distal (nas mãos) também. Isso afetará a estabilidade dela. Se a estabilidade estiver afetada, será difícil para ela manter o equilíbrio. Sua postura também será afetada. O controle da postura precisa ser ativado enquanto o centro de gravidade é transferido durante o movimento, ou ela vai perder o equilíbrio. Com certeza, para qualquer pessoa será difícil pegar uma bola se tiver de se preocupar constantemente com o equilíbrio.

A professora de minha filha disse-me que Sarah atrapalha os colegas durante as histórias. Fiquei muito surpresa, pois em geral ela é uma criança quieta. A professora disse que, enquanto as outras crianças ficam sentadas ouvindo as histórias, Sarah fica deitada batendo o corpo e as pernas nelas. Quando pede a Sarah que se sente como as outras crianças, ela diz que isso é difícil para ela. O que devo fazer ?

Sarah pode ter hipotonia muscular. Em geral, as crianças com hipotonia procuram superfícies de apoio para encostar o corpo. É difícil manter uma postura ereta por um tempo significativo quando a gravidade fica constantemente puxando para baixo e não se tem o controle adequado para resistir. Por essa razão, quando uma criança como Sarah se deita durante a história, as pessoas podem pensar que ela tenha problemas de comportamento porque não está ouvindo. Na verdade, ela age assim para ouvir direito a história. Ensinar os professores sobre a hipotonia muscular poderá levá-los a pensar em uma solução. Talvez Sarah pudesse ficar no fundo da sala para se deitar sem atrapalhar os outros ou perto de uma parede onde pudesse se encostar. É preciso pensar também se a história não está sendo longa demais. Trinta e cinco minutos de história é tempo demais para qualquer criança de três ou quatro anos ficar sentada quieta.

Por que minha filha que já tem quase três anos não pula com os dois pés ?

Para pular,a criança precisa de certa quantidade de força,equilíbrio e coordenação motora bilateral:precisa ser capaz de usar os dois lados do corpo ao mesmo tempo como bater palmas,pegar uma bola e rebater com o bastão.Algumas crianças tem dificuldade com a coordenação motora bilateral tendem a pular com um pé de cada vez.

Por que minha filha não quer andar na bicicleta?


Andar na bicicleta pode não ser divertido para sua filha,pelo contrário,pode exigir muito dela.Talvez ela não saiba como subir e como empurrá-la,usando os dois pés ao mesmo tempo(ela pode ter dificuldade planejamento motor).Também pode ter dificuldade em usar os pés(questões de equilíbrio e de tato).Tente fazer sua filha descobrir como subir na bicicleta.quando estiver sentada corretamente,ajude-a empurrando para que ela possa sentir como isso é divertido.


Levo meu filho a uma escolinha de esportes uma vez por semana.A maioria das crianças gosta da aula, mas meu filho não gosta de participar e reclama que não quer ir.Ele realmente precisa fazer algum esporte?Não posso deixá-lo fazer atividades de que gosta,como jogos de computador, videogame e livros? Sinto que estou forçando por nada?


Se uma criança continua no canto de uma aula, fica retraída ou não consegue participar quando a aula começa,ela está dizendo que essa aula não é talvez o esporte adequado para ela.É importante ser fisicamente ativo- trabalhar com movimento,equilíbrio,coordenação e força- enquanto nosso sistema nervoso estiver amadurecendo. Algumas aulas representam um desafio maior que outras.É nossa função,como pais,descobrir qual atividade serve melhor para os nossos filho e em grau dificuldade.Se deixarmos nossos filhos desistirem de todas as atividades de que não gostam,eles nunca terão confiança para tentar.Seja persistente para encontrar a atividade certa para seu filho.

Meu filho cinco anos quer participar de muitas atividades como futebol,tênis e escalada. No entanto,ele não é coordenado ou rápido quanto as outras crianças com quem joga.Ás vezes, elas zombam dele.Devo mantê-lo nessas atividades ou direcioná-lo para fazer atividades em que ele possa se sair melhor?

Se seu filho quer fazer essas atividades,ele deve ter essa chance.Sua preocupação deve ser em relação ao grau de confiança dele,não de competência.Você já passou pela fase mais difícil: seu filho quer tentar- e continua tentando.Se seu filho realmente não conseguir acompanhar,não veja isso como um problema.sua ansiedade vai afetá-lo mais do que os comentários dos colegas.E você pode pedir ajuda ao pediatra e solicitar uma avaliação fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional.


Meu filho tem cinco anos e não consegue vestir. Por que isso é tão difícil para ele?


Existem algumas razões que podem explicar a dificuldade da criança de se vestir nesta idade.Uma está relacionada á falta de paciência dos pais ou dos filhos.e a outra essa tarefa exige uma série de habilidades básicas como reações de equilíbrio,consciência perceptiva direito/avesso,frente/costas, estabilidade e mobilidade,destreza nos dedos e transferência do peso.


Na pré-escola, meu filho de quatro anos é sempre o último da fila porque demora a descer a escada. Por que ele não vai mais rápido ?

Ele pode ter dificuldade de equilíbrio ou de transferência do peso, o que faz com que tenha medo de cair ou se sinta inseguro nos degraus. Aos dois anos e meio e três, nenhum especialista veria esse tipo de hesitação como um problema, mas as possíveis causas precisam ser tratadas. Esse tipo de comportamento geralmente pertence à mesma criança que, quando ficam um pouco mais velhas, não brinca no trepa-trepa ou no escorregador. Questões proprioceptivas e vestibulares provavelmente sejam uma realidade.

Fonte: Coordenação Motora ( Liddle)

O que os pais podem fazer para promover a IS em seu filho

Provavelmente o modo mais importante de facilitar I.S. é reconhecer que o problema existe e desempenha um papel importante no desenvolvimento. Um pai pode prover uma variedade de ambientes enriquecidos que favorecerão crescimento saudável e maturação apenas entendendo os modos pelos quais a criança recebe várias informações sensoriais.

Uma segunda diretriz importante em facilitar I.S. é reconhecer que cada criança é um indivíduo com interesses, respostas e necessidades únicos. Nenhuma “receita” pode dizer todas as atividades certas para o desenvolvimento. Os pais podem analisar melhor, as necessidades individuais de sua criança observando a resposta que ela dá nas diversas situações. Considere por exemplo os diversos modos pelo qual ela é afetada por toque, movimento, estímulos visuais, sons, cheiros ou altura. Algumas vezes movimentos rápidos podem tornar a criança mais alerta e levar a aumento de verbalizações. Outra hora, ou para outra criança, o mesmo movimento pode excitar de modo a desorganizá-la ou despertar medo. É importante que os pais observem as respostas da criança a uma atividade e estejam prontos para alterar a atividade com base na resposta.

Finalmente, os pais precisam saber que I.S. não é o mesmo que estimulação sensorial. Embora às vezes seja apropriado prover atividades que envolvam uma variedade de tipos de input sensorial, às vezes também é importante reduzir ou bloquear certos tipos de estímulos sensoriais. Resposta a estímulo sensorial varia de criança para criança. Por exemplo, uma criança pode procurar um colosso de abraços enquanto outra pode gostar de ser abraçada apenas ocasionalmente. Além disso, respostas da mesma criança variam de um dia para outro e às vezes até mesmo dentro do mesmo dia. Levar em consideração os modos pelos quais os estímulos sensoriais variam, assim como a reação de uma dada criança pode ajudar os pais a guia-la para atividades que serão mais benéficas para seu desenvolvimento.

Alguns Princípios Básicos

Sem esquecer que cada criança é diferente e que a resposta individual pode variar, os pais podem considerar alguns princípios gerais para promover I.S. Eles incluem o seguinte:

1. Toque e movimento são pelo menos tão importantes como visão e audição, se não mais, para ajudar uma criança pequena a aprender sobre o mundo. Conforme a criança cresce, visão e audição se tornarão críticas para o aprendizado. Isto não quer dizer que sons e estímulos visuais precisam ser limitados à infância; apenas, que toque e movimento não devem ser negligenciados. Por exemplo, algumas vezes pais bem intencionados podem colocar um bebê em uma cadeirinha perto da sala para que possa ver e ouvir as atividades da família. Uma alternativa seria passar um bom tempo segurando, embalando ou carregando o bebê, seja nos braços dos pais ou em um “canguru”.
Contato físico é particularmente importante não apenas pela sensação que produz, mas, também pela oportunidade de favorecer o relacionamento pais-criança. Um outro aspecto a considerar é a variedade de posições corporais que o bebê vivencia durante o dia. Por exemplo, como bebês geralmente são colocados de costas na maternidade, esse é geralmente o modo que os pais continuam a colocá-lo em seus berços em casa. Entretanto, um bebê deitado de bruços recebe sensações diferentes do que é colocado de lado ou de costas. Dar oportunidade para uma variedade de posições para brincar ajuda a dominar a gravidade, movimento e controle do próprio corpo.

2. Toque leve pode ser irritante para algumas crianças. Em geral, pressão profunda é mais calmante que toque leve. Toques leves e cócegas tendem a despertar reações de defesa em algumas crianças. Embora o toque leve possa ser agradável para algumas, ele tem mais probabilidade de trazer uma resposta negativa que o toque firme ou mesmo com pressão. Esta é a razão pela qual um abraço é geralmente mais calmante que cócegas. As mãos, rosto e pés contêm a maior concentração de receptores de tato; consequentemente, estas são as partes do corpo que têm mais habilidade para discriminar forma, tamanho, textura e temperatura. Essas áreas podem também ser as mais sensíveis a cócegas ou toque leve. Por exemplo, a criança pode gostar de uma massagem nas costas, mas, se irritar quando o rosto é lavado.

3. Crianças geralmente procuram o tipo de experiência sensorial que seu sistema nervoso pede. Se uma criança parece estar procurando um estímulo sensorial, seja toque, movimento, cheiro, estímulos visuais ou sons, pode ser uma pista que um certo tipo de sensação é necessário. Se a criança procura muito movimento, toque, pressão, vibração, estímulos visuais ou auditivos, tente dar-lhe algumas dessas sensações em brincadeiras. Por exemplo, se uma criança parece querer muitos abraços e pressão firme, um pai poderia tentar jogos como cabo de guerra, uma caminhada pela vizinhança carregando um peso, rolar ou esconder sob almofadas grandes - todas atividades que provêm propriocepção. Sempre lembre de observar cuidadosamente a resposta da criança e tenha cuidado para não interpretar necessidades sensoriais como tentativa de ganhar atenção ou manipulação de comportamento.

4. Pense sobre as imposições colocadas sobre a criança para processar sensação e responder a elas. Uma criança que gosta de movimento e tem bom equilíbrio pode ser capaz de manter conversas muito vívidas e criativas enquanto se balança. Outra que tem medo de movimento pode precisar se concentrar intensamente apenas para manter o equilíbrio. Consequentemente, não pode conversar e balançar ao mesmo tempo. Lembre-se que uma criança pode não processar informação sensorial ou responder tão automaticamente quanto outra.

5. Informação sensorial pode ser uma força poderosa. Pode agir para aumentar o estado de excitação e nível de atividade ou pode ter o efeito oposto, suavizando o efeito. Sensação pode ter um impacto dramático sobre o sistema nervoso, especialmente para uma criança pequena. Quando tentando atividades novas, preste atenção tanto aos efeitos imediatos quanto aos de longo prazo, já que experiências novas podem afetar o sono, apetite, controle de intestino e bexiga, e estado de organização. Uma boa regra é não tentar nenhuma atividade que pareça ultrapassar o limite do brincar normal.

6. A fisiologia do cérebro que é envolvida em movimento ativo, respostas e comportamento é diferente daquela usada em movimentos passivos. Envolvimento ativo depende da criança iniciar, planejar, executar ou responder dinamicamente a uma atividade. Uma atividade passiva pode prover sensação ou movimento que não necessariamente requer uma resposta. Envolvimento ativo dá a melhor oportunidade para mudanças no cérebro que levam a crescimento, aprendizagem e melhoria na organização do comportamento. Quando uma criança está envolvida ativamente ela tem mais controle sobre a situação. Atividades passivas por outro lado, requerem mais precauções porque a criança pode ser menos capaz de mostrar sinais de mal estar. Consequentemente, quando planejar novas experiências de movimento e sensação, geralmente é melhor enfatizar participação ativa.

Fonte: Um guia para pais para a compreensão de IS (Traduzido e adaptado do texto original do “Sensory Integration International”)

11 de jan de 2010

Use livros sem texto

Vc deve estar se perguntando: - Livros sem texto???




Sim, é isso mesmo! Estimule a linguagem da criança com livros que só têm figuras!



Confesso que estes livros não são fáceis de achar nas livrarias, mas vele a pena procurá-los!


São divertidos e criativos. Além disso, desenvolvem o potencial de linguagem da criança, que transforma imagens em palavras. Tendo o adulto como mediador na atividade proporciona vários ganhos, como:




 Vivenciar histórias de forma lúdica.

 Desenvolver o gosto por livros e leitura.

 Aumentar o próprio vocabulário.

 Desenvolver a noção de narrativa (começo-meio-fim).

 Favorecer a organização de pensamento em frases e fatos

 Usar a imaginação

 Ter criatividade com a linguagem verbal.

 Fazer inferências.




Mas por que usar livros sem texto?



Para explorar a linguagem. Porque é uma prévia da leitura convencional.

A leitura escrita envolve a percepção de detalhes, a memória, a compreensão e principalmente as inferências (capacidade de prever um fato ou uma conseqüência devido a experiência adquirida).Então, com livros sem texto usamos esses mesmos recursos para interpretar as figuras, principalmente se elas estiverem na seqüência de um contexto. Além disso, estaremos explorando a imaginação infantil tão dinâmica e criativa.




Dicas para desenvolver a atividade:




 Deixe espaço para que a criança possa criar. Não faça a história por ela. Não se preocupe com o tempo da atividade e sim com a qualidade. A atividade deve ser prazerosa.


 Observe figura por figura. Analise-a. Comete sobre o período do dia, personagens e expressões faciais, local em que estão etc.


 Induza a criança a ter inferências a partir das figuras. Ex.: O que será que vai acontecer? Por quê?


 Analise as previsões que foram feitas. Elogie os acertos. Caso a criança não tenha acertado o contexto da figura seguinte, use frases do tipo: Quem diria, nós nem imaginamos isso, não é mesmo? Que surpresa !!


 Explore detalhes diferentes: paisagem, roupas etc...


 Antes de trabalhar a última figura, explore a conclusão. Relembre fatos relevantes para a criança a imaginar o tipo de final que a história terá.


 Explore a “moral da história”.


 Tente transferir os acontecimentos da história para a vida da criança. Ex.: O que você faria se fosse o “personagem”? ou...Você já viu um animal como este? Quando?


 Incentive a criança a fazer uma narrativa com os detalhes enfatizados por vocês. Crie um título para a história, nomes pra os personagens.


 Incentive a criança a recontar a história (sozinha) sem o auxílio do livro. Ela pode recontar para vc ou para outras pessoas. Deixe-a folhear o livro novamente, se for necessário lembrar algum fato importante.


 Se vc quiser, vc pode escrever a história inventada pela criança em formato de livro, coloque-a como autora. Ela vai adorar!




Use a sua imaginação e faça esse momento interessante para você e para a criança!!!

Fonte: www.fonopriscilafelix.blogspot.com

6 de jan de 2010

Terapia Ocupacional



Terapia Ocupacional é uma profissão da saúde que se preocupa com a melhoria do desempenho ocupacional da pessoa. Em um ambiente pediátrico a terapeuta ocupacional lida com crianças cujas ocupações são geralmente as de alunos de pré-escola, crianças que brincam, ou alunos” (Um guia para Pais Entenderem Integração Sensorial, 1986)


Terapeutas ocupacionais usam o conhecimento básico de neurologia, anatomia, fisiologia, cinesiologia, desenvolvimento infantil, psicologia, desenvolvimento psico-social, análise de atividade-tarefa e técnicas terapêuticas. São treinados para tratar os clientes de uma forma global, respondendo às necessidades físicas, emocionais e cognitivas através de tratamento funcional baseado em atividades. Quando trabalham em pediatria, terapeutas ocupacionais (TO) selecionam atividades que são de interesse e têm significado para essas crianças além de atingir objetivos terapêuticos.

Comentários e Sugestões

Acredito, que o trabalho em conjunto nos faz crescer !!! Deixe aqui, comentários e/ou sugestões para as próximas postagens no blog. bjs

Por que a Terapia Ocupacional é importante para o Autismo ?

Estima-se que 60 a 70% das crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista) apresente um distúrbio sensorial (Adamson, 2006). Estudos têm ...