24 de fev. de 2010

POR QUE BRINCAR

Temos vários motivos a serem pontuados de por que brincamos. Abaixo vamos relatar alguns dos benefícios que esse brincar desenvolve e proporciona:

» Descobrimos e determinamos os limites do corpo.
» Traz alegria e divertimento.
» Resolve conflitos e ansiedades.
» Desenvolve criatividade, competência intelectual, força e a estabilidade emocional e ... sentimentos de alegria e prazer; o hábito de ser feliz.
» Desenvolve confiança em si mesmo e em suas capacidades.
» Desenvolve percepções sobre as pessoas e compreensão das exigências do mundo.
» Desenvolve flexibilidade e espontaneidade.
» Promove repetições para o domínio e controle do ambiente, confiança para desenvolver habilidades motoras e mentais.
» Promove experiências sensoriais.
» Promove exploração de potenciais e limitações.
» Promove a manipulação dos objetos e nos ensina quais são as suas características, suas propriedades e os seus funcionamentos.
» “Ao brincar, a criança desenvolve, portanto, um saber-fazer e um saber-se; por outras palavras, aptidões e atitudes que utilizará em diversas situações da sua vida cotidiana”.

"Brincar é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança. É uma arte, um dom natural que, quando cultivado, irá contribuir no futuro, para a eficiência e o equilíbrio do adulto”.

Fonte: Lina Santos

Dicas de Livros Infantis sobre Crianças Especiais


1-ALGUÉM MUITO ESPECIAL
2ª edição
Autora:Miriam Portela
Editora : Moderna
China era diferente das outras crianças porque era portador da síndrome de Down. Neste livro, Tico, seu irmão mais velho, conta como conseguiu estabelecer uma comunicação e uma forte ligação com ele. No início não foi nada fácil, mas, com o tempo, Tico compreendeu que China era uma criança diferente e aprendeu muitas coisas com seu parceiro mudo, que "estava olhando pra dentro".


2-GABRIEL E AS VISITAS ESPECIAIS
Autora : ANA CONSTANCA KATSUYA
Gabriel tem certeza que um super-herói irá visitá-lo em sua classe. Mas Gabriel e seus amigos não imaginavam o quanto especiais eram os seus novos amigos, Mariana e Samuel. O livro aborda o tema da inclusão.


3-LUIZA
Autora : Cristina Maria Rosa
Sobre uma criança com Sindrome Down


4-PÉ NA ESTRADA
Autor: ARI HESCK
Editora: IMPRENSA LIVRE
Uma aventura sem limites é um livro infantil, uma verdadeira lição de vida, de amor e perseverança. É uma história real de uma viagem de bicicleta, três garotos e um deficiente físico, que sozinhos foram para uma outra cidade e viveram muitas aventuras.


5-JULIA E SEUS AMIGOS
Autor: LIA CRESPO
Editora: NOVA ALEXANDRIA
Uma bela e envolvente história infantil, que traz para a sala de aula uma discussão inadiável: a integração de crianças com deficiências na escola comum. Trata-se da Educação Inclusiva, proposta pedagógica que é apresentada neste livro através das peripécias de Júlia, menina de oito anos, que tem deficiência física. Ela sempre havia estudado em escolas especiais para deficientes, mas agora enfrentará um outro desafio: estudar junto com crianças não deficientes, numa nova escola. Júlia, então, se pergunta: a escola tem rampas para que ela possa se locomover com a cadeira de rodas? As outras crianças vão compreendê-la? Será que a professora é legal? Um livro divertido e emocionante, que mostra a necessidade de se valorizar o diferente, eliminando a segregação e fazendo da escola um espaço de convivência plena entre crianças, pais e educadores.


6-RODRIGO ENXERGA TUDO
Autor: MARKIANO CHARAN FILHO
Editora: NOVA ALEXANDRIA
Rodrigo não liga que falem que é cego, mas prefere que se refiram a ele como deficiente visual. Só não gosta mesmo quando o chamam de ceguinho. Agora, na nova escola, ele tem um grande amigo, o André. E as outras crianças da classe pouco a pouco vão percebendo que o Rodrigo consegue ver as coisas do mundo. Mas de formas diferentes pois, como não tem o sentido da visão, utiliza-se intensamente dos outros quatro para se relacionar com o mundo ao seu redor.


7- NINGUEM E IGUAL A VOCE!
Autora:Andrea Pinto Filipecki
Este livro serve tanto para o professor como as crianças que aprenderão que a individualidade é uma forma de respeito e aprendizado de si e do outro. Ao mesmo tempo, também conscientiza as crianças com necessidades especiais no sentido que são diferentes, e por isso mesmo, devem fazer parte da sociedade normalmente.


8-PATINHO FEIO
MARGARIDA NUNES DA PONTE E ANABELA CAIADO


9-CHIBOS SABICHÕES
Olalla González e Federico Fernández


10-DANÇA DOWN
Cláudia Coles
Livro infantil com braile
Editora Paulinas


11-DORINA VIU
"Dorina Viu" conta a infância de Dorina Nowill, criadora da fundação que leva seu nome e a maior instituição para cegos do país.
Editora Paulinas

Os profissionais dedicados à educação especial exigem material de apoio que permita tornar a leitura mais acessível a crianças com problemas do desenvolvimento. Esta iniciativa tenta aproximar e estimular o caminho da leitura a todas elas, contribuindo para romper com as barreiras na comunicação e tornando mais compreensível o mundo da fantasia a muitos meninos e meninasOs destinatários destes livros são pessoas com necessidades específicas: atraso global do desenvolvimento, perturbações específicas da linguagem (PEL), paralisia cerebral (PC), perturbações do espectro do autismo, dificuldades de aprendizagem, ou seja, utilizadores ou potenciais utilizadores da Comunicação Aumentativa.

Se vc conhece um livro com estes propósitos, deixe sua sugestão e comentário.

21 de fev. de 2010

Dicas para Professores

Se é professor, e na sua sala tem uma criança com PEA, e se sente dificuldade em saber qual o melhor tratamento a dar a um autista, veja as seguintes estratégias que lhe propomos:








17 de fev. de 2010

Estudo de Caso

“Estudo de caso” – Estratégias de Intervenção para André

André tem uma dieta muito limitada e geralmente não come a merenda oferecida na pré-escola. Ele gosta de alimentos secos como pão, bolo, crackers e biscoito. A mãe sempre manda um pão com requeijão cremoso. Ele não come carne ou frutas. Suas preferências alimentares acabaram por limitar sua habilidade para aprender a usar talheres, mas ele se alimenta bem com os dedos.

META: Aumentar a variedade de alimentos na dieta de André.

CRIANÇA:
- Aumentar ou diminuir nível de alerta antes das refeições, quando necessário.
- Usar o protocolo de Wilbarger para reduzir hiper-sensitividade oral, tantar dar tato firme nos músculos do rosto.
- Usar uma veste pesada durante a alimentação.
- Deixar a criança participar da compra e preparação dos alimentos.
- Explorar as reações da criança a diferentes alimentos, sabores, temperatura, textura, consistência, cor, cheiro.
- Brincar com materiais sensoriais, ex: chantily em spray, massa de pão de queijo, pintura com pudim de caixinha, macarrão cozido, arroz, cereais.
- Aumentar força usando alimentos mais consistentes: bala de goma, chicletes.
- Usar histórias sociais ou cartões com símbolo para reduzir ansiedade e aumentar previsibilidade.

AMBIENTE:
- Checar o ambiente de alimentação: cadeira, mesa, estimulação, demandas sociais.
- Tente adaptar os utensílios posicionamento, ex: engrossar cabos, colher coberta com plástico ou decoração com cartoons preferidos.
- Envolver os pais no processo e garantir consistência em casa e na escola.
- Limitar as chances de lambiscar, para aumentar a fome no horário das refeições.
- Brincar com talheres e pratos na caixa de areia.
- Garantir que a família como junto com a criança para dar modelo.

TAREFA:
- Tente a abordagem “se ... depois ....” usando as comidas favoritas como recompensa.
- Dividir a comida em pedaços menores ou então tentar outra forma de preparação.
- Misturar gradualmente pequenas quantidades de novos sabores e texturas.
- Brincar com a apresentação da comida: cores, padrões (sopa de letrinha se o ponto forte da criança é a leitura).
- Acrescente uma comida nova na refeição ou apenas coloque um bocadinho no prato.
- Cheque como é a rotina logo antes da refeição, os antecedentes.
- Aumente o valor nutricional das comidas que a criança já come, peça ajuda a uma nutricionista,

EXPECTATIVAS:
- O progresso vai ser lento e esporádico, ele talvez nunca coma certos alimentos.
- Ele pode comer por algum tempo e depois não comer mais, seja paciente.
- Ajude os cuidadores a dar forma ao comportamento, evitando punições.
- Tenha certeza de que os cuidadores tenham uma boa compreensão do desenvolvimento típico da alimentação.

RACIOCÍNIO:
- O sistema sensorial está tendo dificuldade para lidar com certos aspectos da comida.
- Pode haver controle oro-motor pobre devido ao baixo tônus.
- O comportamento pode estar recebendo atenção demais e levando os hábitos durante as refeições.
- André pode estar sentindo a ansiedade dos pais em torno das questões alimentares.
- A necessidade de rotina e previsibilidade esta controlando sua dieta.

AVALIAÇÃO:
- Variedade de alimentos comidos por André; merendeira vai para a escola som alimentos variados; ele senta com outras crianças e experimenta novos alimentos, redução da ansiedade no horário das refeições.
- Uso de um diário de alimentação.
Exemplos preparados por Nancy POllock, TO

4 de fev. de 2010

Floortime

Desenvolvido pelo psiquiatra infantil Stanley Greenspan, Floortime (ao pé da letra tempo no chão) é um método de tratamento que leva em conta a filosofia de interagir com uma criança autista. É baseado na premissa de que a criança pode melhorar e construir um grande círculo de interesses e de interação com um adulto que vá de encontro com a criança independente do seu estágio atual de desenvolvimento e que o ajuda a descobrir e levantar a sua força.


A meta no Floortime é desenvolver a criança dentro dos 6 marcos básicos para a plenitude do desenvolvimento emocional e intelectual do indivíduo. Greenspan descreveu os 6 degraus da escada do desenvolvimento emocional como: noção do próprio eu e interesse no mundo; intimidade ou um amor especial para a relação humana; a comunicação em duas vias (interação); a comunicação complexa; as idéias emocionais e o pensamento emocional. A criança autista tem dificuldades em se mover naturalmente através desses marcos, ou subir esses degraus, devido à reações sensoriais exacerbadas ou diminuidas e/ou a um controle pobre dos comandos físicos.


No Floortime, os pais entram numa brincadeira que a criança goste ou se interesse e segue aos comandos que a própria criança lidera. A partir dessa ligação mútua, os pais ou o adulto envolvido na terapia, são instruídos em como mover a criança para atividades de interação mais complexa, um processo conhecido como " abrindo e fechando círculos de comunicação". Floortime não separa ou foca nas diferentes habilidades da fala, habilidades motoras ou cognitivas, mas guia essas habilidades propriamente, enfatizando o desenvolvimento emocional. A intervenção é chamada Floortime porque os adultos vão para o chão, para poder interagir com a criança no seu nível e olho no olho.



PARA ENTENDER MELHOR - fotos de uma escola para autistas nos EUA ( Escola chamada "Celebrando as Crianças") que utiliza o Floortime.


FOTO DA CAPA: O paraprofissional Dan Cherry entra no Floortime com Alex Jimenez na escola de Linden. A meta nesse método de ensino é fazer uma conecção emocional mesmo com a mais prejudicada das crianças.




1ª FOTO: Cresça e Brilhe! O professor dançando com o estudante durante o "ciclo da manhã" que ajuda a elucidar as mudanças emocionais, a atenção e a participação.



2ª FOTO: O Tráfego! 3 estudantes na linha de chegada de um jogo chamado: "luz vermelha, luz verde", o qual é usado para reforçar o equilíbrio e o planejamento das habilidades motoras dos estudantes.




3ª FOTO: Jogo de Concentração! Um estudante joga travesseirinhos de feijão dentro de um balde, pendurado numa espécie de balanço, como parte de um reforço para estimular o sistema sensorial das crianças e aumentar a capacidade de pensar e se relacionar com situações novas.




4ª FOTO: A Teoria do Fio! A professora "embrulha" o estudante com barbante durante o "ciclo da manhã" quando a criança interage jogando e cantando. Isso ajuda aos estudantes e ao staff a dividir emoções e resolver os problemas.



5ª FOTO: O Plano de Ação! Rotinas visuais como esta da foto são usadas para ajudar e dar suporte as habilidades do estudante em planejar e seguir as atividades a cada dia.


6ª FOTO: Hora de estorinhas! Estudantes e a professora numa hora de relaxamento depois do almoço.




7ª FOTO: Relaxando o estresse! Um estudante mais velho mostrado aqui lendo e relaxando as tensões apertando uma bolinha de borracha, assim ele é encorajado a utilizar objetos sensoriais discretos para dar suporte ao seu equilíbrio emocional e ajudá-lo a pensar e participar por longos periodos. O simples uso desse tipo de ferramenta, pode fazer uma grande diferença nas habilidades de serem bem sucedidos nas atividades escolares.



8ª FOTO: Cheque Mate! 2 estudantes mais velhos jogando xadrez nas suas horas de descanso, uma hora em que muitos escolhem participar de atividades intelectuais. Assim os bons amigos estão aprendendo a respeitar as diferenças e reconhecer as suas próprias necessidades sensoriais.



9ª FOTO: Laços que unem! 2 alunos se beijando e se abraçando enquanto se balançam numa gangorra na sala sensorial, onde os alunos são encorajados a trabalhar em pares e se unir em atividades de integração sensorial.





10ª FOTO: O Construtor! Um aluno posa junto a sua escultura feita de macarrão espagueti e marshmallows. Os estudantes constroem estruturas do tipo pirâmides e cubos enquanto aprendem sobre desenho e equilíbrio.


28 de jan. de 2010

Atenção, Professores ! Última chamada !

Observe se você tem algum aluno que apresenta alguns destes comportamentos:

- Cai com freqüência da cadeira.
- Não consegue permanecer sentado.
- Quando sentado, movimenta-se o tempo todo.
- É desorganizado, desajeitado e distraído.
- Possui atenção de curta duração.
- Frustra-se facilmente, não tolera desafios.
- É irritável e impulsivo.
- É agressivo com os colegas de classe.
- Bate ou empurra os colegas quando se aproximam.
- Não suporta ser tocado, não gosta de ficar próximo aos outros.
- Move-se muito lentamente ou sempre muito rápido.
- Permanece sempre em movimento, tamborila os dedos sobre a mesa, balança as pernas.
- Não suporta as aulas de educação física.
- Tem dificuldades para determinar a preferência (ou dominância) lateral.
- Tem dificuldade com o traçado na escrita.
- Tem dificuldades em manter a letra cursiva na linha.
- Tem dificuldades com atividades de pintura, colagem e argila.
- Apresenta traçado fraco, irregular e desalinhado.
- Tem dificuldade para a leitura.
- Permanece com a escrita espelhada ou troca números e letras.
- Apresenta linguagem imatura para a idade ou dificuldade na fala.
- É inseguro, retraído, isolado ou excessivamente tímido.

Bem ! Quando associados, esses comportamentos são indicadores de uma Disfunção de Integração Sensorial (DIS), muito comum em alunos com distúrbios ou dificuldades de aprendizagem. A avaliação de um Terapeuta Ocupacional (com especialização em integração sensorial) é recomendada.



Fonte: O processamento sensorial como ferramenta para educadores: facilitando o processo de aprendizagem (Momo, Silvestre, Graciani)

12 de jan. de 2010

Preocupações Mais Comuns




Percebi que minha filha sempre vira as pernas de um jeito estranho quando sentada, formando um W. Parece que deve realmente doer os joelhos ! Por que ela faz isso ?

Alguns crianças costumam ficar sentados em W, com as pernas viradas para trás. Crianças que geralmente não têm muita estabilidade no tronco usam essa posição. Ao ficarem com as pernas para trás, elas aumentam sua base de apoio. Consequentemente, não precisam se preocupar com o equilíbrio. Entretanto, a pélvis fica bloqueada em uma posição, tornando difícil a rotação para entrar e sair da posição em W e para brincar. As crianças que sentam constantemente nesta posição podem ter hipotonia muscular e, assim, atrasar-se para engatinhar ou andar. Sentar-se nesta posição também pode afetar os ligamentos e a estrutura óssea do quadril e dos joelhos. Se seu filho está sempre sentado nesta posição, coloque as pernas dele para frente e diga “Pernas para frente”. Você também pode tentar mover os quadris dele para um dos lados (com as pernas juntas e dobradas) e observar se ele traz as pernas para frente a partir dessa posição. Dessa forma, ele também vai sentir como é transferir o próprio peso. Depois de um tempo, você só terá de dizer “Pernas para frente” e seu filho vai mudá-las sozinho.

Minha filha de quatro anos não é ativa quanto os amiguinhos dela, mas isso eu entendo. O que não consigo entender é por que para ela é difícil brincar de um jogo simples como pegar uma bola ?

Lembre-se, não existe nada “simples” em brincar de pegar uma bola. Se sua filha apresentar hipotonia muscular, ela poderá ter uma fraqueza proximal (no tronco) e distal (nas mãos) também. Isso afetará a estabilidade dela. Se a estabilidade estiver afetada, será difícil para ela manter o equilíbrio. Sua postura também será afetada. O controle da postura precisa ser ativado enquanto o centro de gravidade é transferido durante o movimento, ou ela vai perder o equilíbrio. Com certeza, para qualquer pessoa será difícil pegar uma bola se tiver de se preocupar constantemente com o equilíbrio.

A professora de minha filha disse-me que Sarah atrapalha os colegas durante as histórias. Fiquei muito surpresa, pois em geral ela é uma criança quieta. A professora disse que, enquanto as outras crianças ficam sentadas ouvindo as histórias, Sarah fica deitada batendo o corpo e as pernas nelas. Quando pede a Sarah que se sente como as outras crianças, ela diz que isso é difícil para ela. O que devo fazer ?

Sarah pode ter hipotonia muscular. Em geral, as crianças com hipotonia procuram superfícies de apoio para encostar o corpo. É difícil manter uma postura ereta por um tempo significativo quando a gravidade fica constantemente puxando para baixo e não se tem o controle adequado para resistir. Por essa razão, quando uma criança como Sarah se deita durante a história, as pessoas podem pensar que ela tenha problemas de comportamento porque não está ouvindo. Na verdade, ela age assim para ouvir direito a história. Ensinar os professores sobre a hipotonia muscular poderá levá-los a pensar em uma solução. Talvez Sarah pudesse ficar no fundo da sala para se deitar sem atrapalhar os outros ou perto de uma parede onde pudesse se encostar. É preciso pensar também se a história não está sendo longa demais. Trinta e cinco minutos de história é tempo demais para qualquer criança de três ou quatro anos ficar sentada quieta.

Por que minha filha que já tem quase três anos não pula com os dois pés ?

Para pular,a criança precisa de certa quantidade de força,equilíbrio e coordenação motora bilateral:precisa ser capaz de usar os dois lados do corpo ao mesmo tempo como bater palmas,pegar uma bola e rebater com o bastão.Algumas crianças tem dificuldade com a coordenação motora bilateral tendem a pular com um pé de cada vez.

Por que minha filha não quer andar na bicicleta?


Andar na bicicleta pode não ser divertido para sua filha,pelo contrário,pode exigir muito dela.Talvez ela não saiba como subir e como empurrá-la,usando os dois pés ao mesmo tempo(ela pode ter dificuldade planejamento motor).Também pode ter dificuldade em usar os pés(questões de equilíbrio e de tato).Tente fazer sua filha descobrir como subir na bicicleta.quando estiver sentada corretamente,ajude-a empurrando para que ela possa sentir como isso é divertido.


Levo meu filho a uma escolinha de esportes uma vez por semana.A maioria das crianças gosta da aula, mas meu filho não gosta de participar e reclama que não quer ir.Ele realmente precisa fazer algum esporte?Não posso deixá-lo fazer atividades de que gosta,como jogos de computador, videogame e livros? Sinto que estou forçando por nada?


Se uma criança continua no canto de uma aula, fica retraída ou não consegue participar quando a aula começa,ela está dizendo que essa aula não é talvez o esporte adequado para ela.É importante ser fisicamente ativo- trabalhar com movimento,equilíbrio,coordenação e força- enquanto nosso sistema nervoso estiver amadurecendo. Algumas aulas representam um desafio maior que outras.É nossa função,como pais,descobrir qual atividade serve melhor para os nossos filho e em grau dificuldade.Se deixarmos nossos filhos desistirem de todas as atividades de que não gostam,eles nunca terão confiança para tentar.Seja persistente para encontrar a atividade certa para seu filho.

Meu filho cinco anos quer participar de muitas atividades como futebol,tênis e escalada. No entanto,ele não é coordenado ou rápido quanto as outras crianças com quem joga.Ás vezes, elas zombam dele.Devo mantê-lo nessas atividades ou direcioná-lo para fazer atividades em que ele possa se sair melhor?

Se seu filho quer fazer essas atividades,ele deve ter essa chance.Sua preocupação deve ser em relação ao grau de confiança dele,não de competência.Você já passou pela fase mais difícil: seu filho quer tentar- e continua tentando.Se seu filho realmente não conseguir acompanhar,não veja isso como um problema.sua ansiedade vai afetá-lo mais do que os comentários dos colegas.E você pode pedir ajuda ao pediatra e solicitar uma avaliação fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional.


Meu filho tem cinco anos e não consegue vestir. Por que isso é tão difícil para ele?


Existem algumas razões que podem explicar a dificuldade da criança de se vestir nesta idade.Uma está relacionada á falta de paciência dos pais ou dos filhos.e a outra essa tarefa exige uma série de habilidades básicas como reações de equilíbrio,consciência perceptiva direito/avesso,frente/costas, estabilidade e mobilidade,destreza nos dedos e transferência do peso.


Na pré-escola, meu filho de quatro anos é sempre o último da fila porque demora a descer a escada. Por que ele não vai mais rápido ?

Ele pode ter dificuldade de equilíbrio ou de transferência do peso, o que faz com que tenha medo de cair ou se sinta inseguro nos degraus. Aos dois anos e meio e três, nenhum especialista veria esse tipo de hesitação como um problema, mas as possíveis causas precisam ser tratadas. Esse tipo de comportamento geralmente pertence à mesma criança que, quando ficam um pouco mais velhas, não brinca no trepa-trepa ou no escorregador. Questões proprioceptivas e vestibulares provavelmente sejam uma realidade.

Fonte: Coordenação Motora ( Liddle)

O que os pais podem fazer para promover a IS em seu filho

Provavelmente o modo mais importante de facilitar I.S. é reconhecer que o problema existe e desempenha um papel importante no desenvolvimento. Um pai pode prover uma variedade de ambientes enriquecidos que favorecerão crescimento saudável e maturação apenas entendendo os modos pelos quais a criança recebe várias informações sensoriais.

Uma segunda diretriz importante em facilitar I.S. é reconhecer que cada criança é um indivíduo com interesses, respostas e necessidades únicos. Nenhuma “receita” pode dizer todas as atividades certas para o desenvolvimento. Os pais podem analisar melhor, as necessidades individuais de sua criança observando a resposta que ela dá nas diversas situações. Considere por exemplo os diversos modos pelo qual ela é afetada por toque, movimento, estímulos visuais, sons, cheiros ou altura. Algumas vezes movimentos rápidos podem tornar a criança mais alerta e levar a aumento de verbalizações. Outra hora, ou para outra criança, o mesmo movimento pode excitar de modo a desorganizá-la ou despertar medo. É importante que os pais observem as respostas da criança a uma atividade e estejam prontos para alterar a atividade com base na resposta.

Finalmente, os pais precisam saber que I.S. não é o mesmo que estimulação sensorial. Embora às vezes seja apropriado prover atividades que envolvam uma variedade de tipos de input sensorial, às vezes também é importante reduzir ou bloquear certos tipos de estímulos sensoriais. Resposta a estímulo sensorial varia de criança para criança. Por exemplo, uma criança pode procurar um colosso de abraços enquanto outra pode gostar de ser abraçada apenas ocasionalmente. Além disso, respostas da mesma criança variam de um dia para outro e às vezes até mesmo dentro do mesmo dia. Levar em consideração os modos pelos quais os estímulos sensoriais variam, assim como a reação de uma dada criança pode ajudar os pais a guia-la para atividades que serão mais benéficas para seu desenvolvimento.

Alguns Princípios Básicos

Sem esquecer que cada criança é diferente e que a resposta individual pode variar, os pais podem considerar alguns princípios gerais para promover I.S. Eles incluem o seguinte:

1. Toque e movimento são pelo menos tão importantes como visão e audição, se não mais, para ajudar uma criança pequena a aprender sobre o mundo. Conforme a criança cresce, visão e audição se tornarão críticas para o aprendizado. Isto não quer dizer que sons e estímulos visuais precisam ser limitados à infância; apenas, que toque e movimento não devem ser negligenciados. Por exemplo, algumas vezes pais bem intencionados podem colocar um bebê em uma cadeirinha perto da sala para que possa ver e ouvir as atividades da família. Uma alternativa seria passar um bom tempo segurando, embalando ou carregando o bebê, seja nos braços dos pais ou em um “canguru”.
Contato físico é particularmente importante não apenas pela sensação que produz, mas, também pela oportunidade de favorecer o relacionamento pais-criança. Um outro aspecto a considerar é a variedade de posições corporais que o bebê vivencia durante o dia. Por exemplo, como bebês geralmente são colocados de costas na maternidade, esse é geralmente o modo que os pais continuam a colocá-lo em seus berços em casa. Entretanto, um bebê deitado de bruços recebe sensações diferentes do que é colocado de lado ou de costas. Dar oportunidade para uma variedade de posições para brincar ajuda a dominar a gravidade, movimento e controle do próprio corpo.

2. Toque leve pode ser irritante para algumas crianças. Em geral, pressão profunda é mais calmante que toque leve. Toques leves e cócegas tendem a despertar reações de defesa em algumas crianças. Embora o toque leve possa ser agradável para algumas, ele tem mais probabilidade de trazer uma resposta negativa que o toque firme ou mesmo com pressão. Esta é a razão pela qual um abraço é geralmente mais calmante que cócegas. As mãos, rosto e pés contêm a maior concentração de receptores de tato; consequentemente, estas são as partes do corpo que têm mais habilidade para discriminar forma, tamanho, textura e temperatura. Essas áreas podem também ser as mais sensíveis a cócegas ou toque leve. Por exemplo, a criança pode gostar de uma massagem nas costas, mas, se irritar quando o rosto é lavado.

3. Crianças geralmente procuram o tipo de experiência sensorial que seu sistema nervoso pede. Se uma criança parece estar procurando um estímulo sensorial, seja toque, movimento, cheiro, estímulos visuais ou sons, pode ser uma pista que um certo tipo de sensação é necessário. Se a criança procura muito movimento, toque, pressão, vibração, estímulos visuais ou auditivos, tente dar-lhe algumas dessas sensações em brincadeiras. Por exemplo, se uma criança parece querer muitos abraços e pressão firme, um pai poderia tentar jogos como cabo de guerra, uma caminhada pela vizinhança carregando um peso, rolar ou esconder sob almofadas grandes - todas atividades que provêm propriocepção. Sempre lembre de observar cuidadosamente a resposta da criança e tenha cuidado para não interpretar necessidades sensoriais como tentativa de ganhar atenção ou manipulação de comportamento.

4. Pense sobre as imposições colocadas sobre a criança para processar sensação e responder a elas. Uma criança que gosta de movimento e tem bom equilíbrio pode ser capaz de manter conversas muito vívidas e criativas enquanto se balança. Outra que tem medo de movimento pode precisar se concentrar intensamente apenas para manter o equilíbrio. Consequentemente, não pode conversar e balançar ao mesmo tempo. Lembre-se que uma criança pode não processar informação sensorial ou responder tão automaticamente quanto outra.

5. Informação sensorial pode ser uma força poderosa. Pode agir para aumentar o estado de excitação e nível de atividade ou pode ter o efeito oposto, suavizando o efeito. Sensação pode ter um impacto dramático sobre o sistema nervoso, especialmente para uma criança pequena. Quando tentando atividades novas, preste atenção tanto aos efeitos imediatos quanto aos de longo prazo, já que experiências novas podem afetar o sono, apetite, controle de intestino e bexiga, e estado de organização. Uma boa regra é não tentar nenhuma atividade que pareça ultrapassar o limite do brincar normal.

6. A fisiologia do cérebro que é envolvida em movimento ativo, respostas e comportamento é diferente daquela usada em movimentos passivos. Envolvimento ativo depende da criança iniciar, planejar, executar ou responder dinamicamente a uma atividade. Uma atividade passiva pode prover sensação ou movimento que não necessariamente requer uma resposta. Envolvimento ativo dá a melhor oportunidade para mudanças no cérebro que levam a crescimento, aprendizagem e melhoria na organização do comportamento. Quando uma criança está envolvida ativamente ela tem mais controle sobre a situação. Atividades passivas por outro lado, requerem mais precauções porque a criança pode ser menos capaz de mostrar sinais de mal estar. Consequentemente, quando planejar novas experiências de movimento e sensação, geralmente é melhor enfatizar participação ativa.

Fonte: Um guia para pais para a compreensão de IS (Traduzido e adaptado do texto original do “Sensory Integration International”)

11 de jan. de 2010

Use livros sem texto

Vc deve estar se perguntando: - Livros sem texto???




Sim, é isso mesmo! Estimule a linguagem da criança com livros que só têm figuras!



Confesso que estes livros não são fáceis de achar nas livrarias, mas vele a pena procurá-los!


São divertidos e criativos. Além disso, desenvolvem o potencial de linguagem da criança, que transforma imagens em palavras. Tendo o adulto como mediador na atividade proporciona vários ganhos, como:




 Vivenciar histórias de forma lúdica.

 Desenvolver o gosto por livros e leitura.

 Aumentar o próprio vocabulário.

 Desenvolver a noção de narrativa (começo-meio-fim).

 Favorecer a organização de pensamento em frases e fatos

 Usar a imaginação

 Ter criatividade com a linguagem verbal.

 Fazer inferências.




Mas por que usar livros sem texto?



Para explorar a linguagem. Porque é uma prévia da leitura convencional.

A leitura escrita envolve a percepção de detalhes, a memória, a compreensão e principalmente as inferências (capacidade de prever um fato ou uma conseqüência devido a experiência adquirida).Então, com livros sem texto usamos esses mesmos recursos para interpretar as figuras, principalmente se elas estiverem na seqüência de um contexto. Além disso, estaremos explorando a imaginação infantil tão dinâmica e criativa.




Dicas para desenvolver a atividade:




 Deixe espaço para que a criança possa criar. Não faça a história por ela. Não se preocupe com o tempo da atividade e sim com a qualidade. A atividade deve ser prazerosa.


 Observe figura por figura. Analise-a. Comete sobre o período do dia, personagens e expressões faciais, local em que estão etc.


 Induza a criança a ter inferências a partir das figuras. Ex.: O que será que vai acontecer? Por quê?


 Analise as previsões que foram feitas. Elogie os acertos. Caso a criança não tenha acertado o contexto da figura seguinte, use frases do tipo: Quem diria, nós nem imaginamos isso, não é mesmo? Que surpresa !!


 Explore detalhes diferentes: paisagem, roupas etc...


 Antes de trabalhar a última figura, explore a conclusão. Relembre fatos relevantes para a criança a imaginar o tipo de final que a história terá.


 Explore a “moral da história”.


 Tente transferir os acontecimentos da história para a vida da criança. Ex.: O que você faria se fosse o “personagem”? ou...Você já viu um animal como este? Quando?


 Incentive a criança a fazer uma narrativa com os detalhes enfatizados por vocês. Crie um título para a história, nomes pra os personagens.


 Incentive a criança a recontar a história (sozinha) sem o auxílio do livro. Ela pode recontar para vc ou para outras pessoas. Deixe-a folhear o livro novamente, se for necessário lembrar algum fato importante.


 Se vc quiser, vc pode escrever a história inventada pela criança em formato de livro, coloque-a como autora. Ela vai adorar!




Use a sua imaginação e faça esse momento interessante para você e para a criança!!!

Fonte: www.fonopriscilafelix.blogspot.com

6 de jan. de 2010

Terapia Ocupacional



Terapia Ocupacional é uma profissão da saúde que se preocupa com a melhoria do desempenho ocupacional da pessoa. Em um ambiente pediátrico a terapeuta ocupacional lida com crianças cujas ocupações são geralmente as de alunos de pré-escola, crianças que brincam, ou alunos” (Um guia para Pais Entenderem Integração Sensorial, 1986)


Terapeutas ocupacionais usam o conhecimento básico de neurologia, anatomia, fisiologia, cinesiologia, desenvolvimento infantil, psicologia, desenvolvimento psico-social, análise de atividade-tarefa e técnicas terapêuticas. São treinados para tratar os clientes de uma forma global, respondendo às necessidades físicas, emocionais e cognitivas através de tratamento funcional baseado em atividades. Quando trabalham em pediatria, terapeutas ocupacionais (TO) selecionam atividades que são de interesse e têm significado para essas crianças além de atingir objetivos terapêuticos.

Comentários e Sugestões

Acredito, que o trabalho em conjunto nos faz crescer !!! Deixe aqui, comentários e/ou sugestões para as próximas postagens no blog. bjs

5 de dez. de 2009

Como o Sistema Sensorial Afeta a Alimentação




O estímulo vindo de todos os sentidos pode (e vai) causar um impacto na concentração do bebê quando ele estiver comendo.

Estímulos Visual e Olfativo

A aparência ou o cheiro da comida pode deixar seu filho muito empolgado para comer. Você pode vê-lo pulando no caldeirão, apontando ou sorrindo e balbuciando. Entretanto, a aparência ou o cheiro de uma determinada comida que ele não gosta pode causar reações claras de retraimento ou choro. Também preste atenção nos estimulantes visuais (como a televisão) durante a refeição, pois eles podem distrair seu filho (alguns pais, no entanto, acreditam que essa distração ajuda na hora da alimentação).
Tente não expor o bebê a odores ofensivos, como produtos de limpeza e cigarros durante as refeições. Eles podem desestimular a alimentação. Por outro lado, cheiros agradáveis podem deixar a refeição mais prazerosa.

Estímulo Vestibular

Um bebê mantido em uma posição esquisita ou desconfortável enquanto mama pode não conseguir sugar corretamente o bico. Da mesma forma, um bebê colocado em um cadeirão muito grande pode ter medo de cair, ou pode se distrair tendo constantemente que se ajeitar para permanecer ereto. Além disso, ele precisa se concentrar no que os membros estão fazendo no espaço, o que pode deixá-lo desorganizado e possivelmente ansioso. Embalá-lo levemente antes da hora da refeição pode ajudar a acalmar e organizar o bebê para que ele possa sugar e engolir com mais eficiência. Um abraço firme também ajuda. As crianças que são agitadas também podem achar que balançar suavemente pode ser calmante antes da refeição.

Estímulo Tátil

Quando pensamos no sistema tátil relacionado à alimentação, precisamos pensar no paladar, na temperatura e na textura dos alimentos. Alimentos que são doces, salgados, azedos ou amargos (como fruta, bolacha, limão e pickels) tendem a ser mais estimulantes (no sentido de surpreendentes) ao sistema tátil do que comidas suaves (como cereal e queijo cottage). Alimentos em temperaturas extremas são mais alarmantes ao sistema tátil do que os neutros. Alimentos crocantes são mais excitantes ao sistema do que os amassados.
As crianças têm um número maior de papilas gustativas do que os adultos. Por isso, elas não precisam de alimentos apimentados, adoçados ou salgados para gostar de comer. Entretanto, uma criança com hipotonia e menos controle oral-motor pode responder melhor a alimentos mais doces, salgados ou amargos – bem como aqueles que precisam ser mastigados – porque eles têm um efeito intensificador ao sabor. Por outro lado, as crianças podem ser muito sensíveis aos sabores e texturas da mesma maneira que podem ser muito sensíveis ao tato e ao olfato.

Sinais de Alerta da Defensividade Oral (Hipersensibilidade)

É importante observar se o bebê ou a criança tende a reagir excessivamente às sensações que geralmente não incomodariam as outras pessoas. Se ele parecer constantemente irritado na hora das refeições, mesmo depois de você ter se certificado de que ele está confortável, descansado e concentrado – e você sabe bem quais alimentos que ele gosta ou não -, então ele pode ter uma defensividade oral. Aseguir estão alguns sinais a serem observados.

● A passagem para o comer com a colher permanece difícil depois de um longo período de tempo.
● Seu filho nunca ou quase nunca coloca brinquedos, dedos ou objetos na boca.
● Ele continua não gostando do paladar, da textura ou do cheiro de certos alimentos depois de muito tempo.
● Recusa alimentos sólidos (que precisam ser mastigados).
● Parece ter sensibilidade tátil em outras ares (não gosta de certas roupas, não gosta da pele exposta, não gosta de banho, etc).

“Você ganha a boca depois que ganha força”. Essa é uma frase que gostamos de usar durante as terapias. Os pais costumam se preocupar quando o filho não fala tão bem, ou tanto quanto os colegas. Lembre-se, a criança precisa de um tônus muscular adequado e de controle postural para a fonação e precisa também de controle oral-motor para a formação das palavras. Portanto, se tiver controle motor suficiente no tronco (quadril), também terá controle oral-motor suficiente (lábios) para a fala.

Fonte: Coordenação Motora (Tara Liddle)

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